Isso na média, porque se forem considerados apenas os testes que se originam de pesquisas feitas pela indústria farmacêutica, a taxa é de 1 resultado publicado para cada 20 experimentos feitos. Os outros 19 devem ter falhado e a comunidade científica, e a comunidade global também, ficam sem saber o que foi testado, o que deu errado e o que se aprendeu nesses testes. E, potencialmente, toca errar de novo, gastando-se mais em pesquisas repetidas e que alguns já sabem que não darão resultados.
Um dos detalhes que chamam a atenção é que muitos desses testes envolvem medicamentos que estão disponíveis comercialmente. E os médicos não ficam sabendo em que casos a coisa não funciona ou dá efeitos colaterais e que efeitos são esses.
Nos Estados Unidos já há uma lei em tramitação que obrigará os pesquisadores a publicarem mesmo os resultados negativos.
Essas informações estão em um artigo publicado por Scott Ramsey e John Scoggins.
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