
Se você tem um relacionamento difícil com suas emoções, tipo não conhecê-las ou não controlá-las, primeiramente saiba que você não é tão alienígena assim e isso pode ser apenas um indicativo de que você é realmente humano.
Ora, seis bilhões de humanos, e todos com emoções, é igual a um mercado enorme. A Philips está de olho e parece querer tirar proveito disso.
Primeiro ela apresentou uma jaqueta leitora e feedbackadora de emoções. "Um novo nível de experiência cinemática imersiva," diz a empresa (alguém aí sabe qual é o nível atual?). "permitindo que os expectadores experimentem as intensas emoções sentidas pelos personagens na tela." É mais ou menos como colocar você dentro de um celular com o vibracall ligado.
Agora são braceletes indicadores de emoção. Desenvolvidos em conjunto com um banco, a proposta é que eles sejam usados por pessoas que lidam no mercado financeiro. Conforme suas emoções (vale dizer, sua taxa de batimentos cardíacos e sua pressão sanguínea) começam a subir, o troço vai ficando cada vez mais brilhante, alertando-o para que você não tome decisões impensadas e acabe vendendo suas ações antes que elas tenham caído o bastante.
A coisa vem em dois formatos. Uma tigela-orácula e um bracelete. A tigela chama-se EmoBowl. Até aí tudo bem. A coisa começa a complicar com o bracelete, que se chama EmoBracelet. Para quem não se identifica com a tribo, pode ser complicado...

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