
Ainda não é um ônibus que dispense o motorista - um humano é necessário para acelerar e brecar, mas não precisa nem tocar no volante. O ônibus utiliza ímãs implantados no asfalto, em estruturas mais simples do que tradicionais olhos-de-gato, porque os ímãs ficam são implantados em um pequeno furo, que depois é coberto com massa.
O sistema é tão bem ajustado que o ônibus pára no ponto com uma precisão lateral de 1 centímetro.

Sensores e processadores no interior do ônibus detectam os campos magnéticos dos ímãs instalados na rua e controlam a direção. A via de testes por enquanto tem apenas 1.600 metros, na cidade de San Leandro, na Califórnia. Mas os cientistas da Universidade de Berkeley, responsáveis pelo projeto, acreditam que levá-lo para outras vias maiores será fácil, já que o sistema não é tão caro.
A precisão na parada, segundo eles, poderá dispensar as rampas para cadeiras de rodas e diminuir o tempo que os passageiros gastam para subir e descer do ônibus, que vai estar sempre no mesmo lugar, como o metrô.
No final de um trajeto inteiro isso poderá significar a diferença entre um ônibus no horário (existe isso?) e um ônibus atrasado (o que acho ser um pleonasmo).
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