Estourem os champagnes, atirem as serpentinas, que toque a banda. O Brasil tem não apenas um, mas dois cientistas ganhadores do Prêmio Ig Nobel.
O que vocês queriam, nessa terra de Macunaíma? Queriam ganhar o Nobel de verdade, aquele da Academia Sueca? Quem sabe na próxima. Desta vez foi o Ig Nobel mesmo, aquele das pesquisas improváveis, para não dizer esquisitas, malucas, inacreditáveis, risíveis.
Pois é, quem mandou estudar o impacto dos tatus nos sítios arqueológicos? Astolfo G. Mello Araujo, da USP, e José Carlos Marcelino, do Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo, ganharam o Prêmio Ig Nobel de Arqueologia, por terem descoberto que os tatus fuçam nos sítios arqueológicos e misturam as coisas.
E isto não é tudo. O mais "estupefatante" é que eles descobriram que dá para saber que um tatu mexeu no sítio arqueológico... É, e sabe como? Uai, os tatu deixa um buraco lá, sô!
O Ig Nobel de Biologia foi para três cientistas francesas que conseguiram provar que as as pulgas que vivem nos cães saltam mais alto do que as pulgas que vivem nos gatos.
O Ig Nobel de Medicina foi para duas pesquisas que estudaram se a Coca-Cola pode ser usada como anticoncepcional. É, seria só agitar e .... bicho, isso é muito doido. Mais doido ainda é que uma pesquisa descobriu que pode e a outra descobriu que não pode de jeito nenhum.
A reportagem completa está no Site Inovação Tecnológica, listando também todos os outros ganhadores. Vale a pena ver tudo.
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